Imagen única de: Guerra Medieval Vol Iii-3 - Los Turcos Selyúcidas Avanzando
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Guerra Medieval Vol III-3 - O Avanço dos Turcos Seljúcidas

Esgotado
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Este productos se enviará: Envio 7-10 Dias

Envio e devoluções

Política de envio

PRAZOS DE ENTREGA

A entrega dos nossos produtos é realizada através de várias Agências de Transporte (Seur, Correos, Gls, Fedex ou Nacex) na modalidade de entrega urgente ao domicílio. Os prazos de entrega variam desde 24 horas a várias semanas dependendo de:

  • Stock disponível.
  • Fabrico do produto (existem produtos que são fabricados por encomenda, o que implica um tempo mais longo do que o habitual)
  • Personalização do produto (Existem produtos que, já fabricados ou em armazém, podem ser personalizados e, portanto, aumentar o tempo de envio)
  • Volume de trabalho (Temos datas em que o volume de encomendas ultrapassa os nossos recursos, como a Black Friday, embora normalmente reforcemos a equipa)
  • Causas alheias à empresa (Nos envios dependemos de empresas como a Nacex, Correos e outras que podem ter as suas próprias complicações; também existem problemas alfandegários, causas meteorológicas e outros fatores que estão fora do controlo direto da EYM)


Encomendas União Europeia

A Todo Medieval reserva-se o direito de deduzir despesas de envio e associadas à devolução económica se:
-O cliente tiver aberto a embalagem e os produtos apresentarem danos ou desgaste por uso, ser-lhe-á devolvida uma parte proporcional ou nada, dependendo do estado do(s) produto(s).


A devolução do dinheiro não será realizada até receber e verificar o estado da encomenda.


Encomendas Internacionais

A Todo Medieval, situada em Espanha, considera envio internacional qualquer país não membro da União Europeia.

A empresa não se responsabiliza pelos custos alfandegários de cada país; é da responsabilidade do cliente averiguar e resolver estes custos gerados nas suas fronteiras. A Todo Medieval reserva-se o direito de deduzir despesas de envio e associadas à devolução económica se:

-O cliente recusar pagar os custos aduaneiros.

-O cliente tiver aberto a embalagem e os produtos apresentarem danos ou desgaste por uso, ser-lhe-á devolvida uma parte proporcional ou nada, dependendo do estado do(s) produto(s).


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Garantia

POLÍTICA DE DEVOLUÇÕES

Dispomos de um serviço pós-venda para solucionar qualquer problema que surja durante o envio dos nossos artigos ou expedições, mantendo os nossos clientes informados em todos os momentos.

Se, por qualquer motivo, não ficar satisfeito com a sua encomenda, tem um prazo de 14 dias naturais, a contar da data de entrega da encomenda, para tramitar a sua devolução por livre resolução.

O direito de livre resolução não será aplicável a produtos confecionados à mão por encomenda, produtos modificados conforme as especificações solicitadas pelo comprador ou claramente personalizados, salvo por defeito ou erro de fabrico; o prazo de entrega dos produtos fabricados por encomenda ou personalizados pode demorar mais do que o habitual, dependendo da carga de trabalho nesse momento.

Pode rescindir o contrato de compra que efetuou na nossa loja online enviando um email dentro do prazo indicado anteriormente.

Deverá enviar-nos o artigo ou os artigos pelos seus próprios meios. Não serão aceites envios com portes a pagar no destino.

Se deseja efetuar uma devolução, deve descarregar este documento de Livre Resolução, preenchê-lo e enviá-lo para as nossas instalações localizadas em C/ Santa Lucía 4b nave4, Oyon, Álava. CP:01320, ou através do endereço de correio eletrónico [email protected]

É reconhecido ao Cliente o direito de livre resolução da encomenda, no prazo de 14 dias naturais contados a partir da receção da mesma. Fora desse prazo, não serão aceites revogações de encomendas, nem sobre encomendas de fornecimento de bens confecionados conforme as especificações do Cliente ou claramente personalizados, ou que, pela sua natureza, não possam ser devolvidos ou possam deteriorar-se ou expirar rapidamente, etc., que tenham sido abertos e/ou usados pelo Cliente. O Cliente deverá comunicar a sua livre resolução à ENTIDADE através do Formulário de Livre Resolução (Ligação para o Documento) por correio eletrónico, correio postal ou fax, dentro desse prazo de 14 dias. O custo dos envios das devoluções ficará a cargo do Cliente. Os produtos devem estar nas mesmas condições em que os recebeu, com a embalagem original e não podem ter sido usados. O reembolso será realizado pelo mesmo meio de pagamento que foi usado pelo Cliente.

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Pagamento seguro

Na Todo Medieval cumprimos as mais estritas regras de pagamento em vigor.
Aceitamos os seguintes tipos de pagamento:

  • Cartões de Crédito/Débito Visa e MasterCard
  • Transferência Bancária (instruções no Checkout)
  • Bizum
  • SeQura
  • Pagamento Contra Reembolso (Apenas Península Ibérica; Espanha e Portugal. Não inclui ilhas nem Ceuta e Melilla)

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Desfrute de Medieval Warfare Vol III-3 - O Avanço dos Turcos Seljúcidas


Guerra Medieval - iii.3

Tema: O avanço dos turcos seljúcidas: o poder bizantino em declínio

Introdução: James Gilmer, 'Introdução Histórica: Uma Tempestade no Horizonte'. Ilustrado por Carlos García.

À data da morte de Basílio II, em 1025, o Império Bizantino estava mais forte do que em séculos. A oeste, os Bizantinos tinham conquistado um certo controlo sobre todas as terras a sul do rio Danúbio e a leste dos Alpes. A leste, as forças bizantinas ocupavam uma linha que se estendia do Mar Negro ao longo dos Montes Tauro, entrando brevemente na Síria e incluindo o território em redor de Antioquia. Militarmente, o império superava qualquer um dos seus contemporâneos, com uma força pronta para o combate de quase um quarto de milhão de homens.

Assunto: Lukasz Rózycki, 'As obras de Bryennios e Attaleiates - a arte da historiografia bizantina'.

O trabalho de todo o historiador depende de boas fontes. Os historiadores do Império Bizantino, tanto medievalistas como especialistas em Antiguidade, não podem contar com tantos materiais como aqueles que se especializam nos tempos modernos. Assim, toda a fonte histórica bizantina é inestimável para fornecer informação. Ao tentar reconstruir o passado a partir destas fontes, devemos ter em conta que cada autor tinha motivações diferentes para escrever. Pode ter sido para obter o favor do governante, manter viva a memória dos seus antepassados ​​ou cumprir o dever de um cronista. Ter em conta as motivações que nortearam os autores, as suas simpatias e antipatias, permite-nos identificar excertos pouco fidedignos dos textos históricos. Os melhores resultados podem ser obtidos analisando vários relatos de um determinado evento.

Tema: Joshua Gilbert, 'A Batalha de Dandanaqan: Vencemos em Marv e perdemos em Marv'.

A Batalha de Dandanaqan, travada em 1040 entre os turcos seljúcidas e as forças do Sultanato Gaznévida, é uma das batalhas mais decisivas da história islâmica oriental. Como resultado, os Gaznévidas perderam o controlo do Khorasan e dos seus territórios ocidentais, que se tornaram o núcleo do grande Império Seljúcida.

Assunto: Murat Özveri e Nils Visser, 'Vantagens tecnológicas dos exércitos seljúcidas - flechas, flechas por todo o lado!' Ilustrado por Graham Sumner.

As raízes do arco e flecha seljúcida remontam ao primeiro milénio a.C. e às práticas dos citas, hunos e outras tradições asiáticas antigas. Os arqueiros a cavalo das estepes da Ásia Central usavam equipamento de tiro com arco e táticas de batalha muito semelhantes ao longo dos séculos. Isto causava, por vezes, confusão quando os cronistas da época precisavam de registar a identidade de uma tribo ou de outra.

Assunto: Dr. Konstantin Nossov, 'Postos avançados fortificados seljúcidas na Anatólia: proteção das viagens e do comércio'. Ilustrado por Vladimir Golubev.

Caravançarai significa um edifício destinado a albergar uma caravana. A palavra "caravana" deriva de karban ("aquele que protege o comércio"). Para se protegerem dos bandidos, os mercadores viajantes agrupavam-se frequentemente; daí a palavra "caravana", que nas línguas europeias designa um grupo de mercadores que viajam juntos. A palavra "caravançarai", no entanto, era raramente utilizada no Oriente. A palavra utilizada em árabe era khan, que também pode significar casa e pequena estalagem. Nas zonas de língua turca, um caravançarai é designado por han. Saray, palavra turca de origem persa (sarai), significa palácio ou casa grande. Assim, caravançarai pode ser traduzido por "casa/palácio para caravanas".

Assunto: Raffaele D'Amato e Kenneth Cline, 'Quando a Anatólia foi perdida para sempre: a batalha de Manzikert'. Ilustrado por Jason Jutaña e José Antonio Gutiérrez López.

Estava a ficar tarde, e os seus homens estavam cansados, tendo passado a maior parte do dia numa frustrante perseguição aos astutos cavaleiros turcos. Enquanto as sombras se alongavam pela planície ressequida perto da cidade anatólia de Manzikert, o imperador romano Romano IV Diógenes ponderava as suas opções. Poderia continuar a marcha infrutífera para confrontar o grosso do exército inimigo, ou poderia recuar para o seu acampamento e tentar novamente no dia seguinte. O crepúsculo que se aproximava e o cansaço generalizado das suas tropas decidiram a questão, e Romano ordenou que o estandarte imperial fosse içado ao contrário — um sinal para que as suas tropas iniciassem uma retirada ordeira. A este sinal, o exército romano começou a desintegrar-se, e a Batalha de Manzikert, até então praticamente um empate, culminaria numa derrota catastrófica, resultando na perda, em menos de uma década, de grande parte da Anatólia, o coração do império.


Assunto: Stephen Bennett, 'O Desenvolvimento do Exército Bizantino: A Resposta da Comnena às Vitórias Seljúcidas'. Ilustrado por Júlia Lillo.

Entre meados e finais do século XI, uma combinação de política imperial interna e um novo contexto estratégico exigiu mudanças substanciais na organização fiscal e militar do Império Romano do Oriente.

Assunto: Sidney Dean, 'A Batalha de Myriokephalon - A Ofensiva Final de Bizâncio'. Ilustrado por Milek Jakubiec.

Após a derrota bizantina em Manzikert (1071), Constantinopla perdeu o controlo da maior parte da Anatólia para os seljúcidas. No final do século XI, Bizâncio retomou uma política agressiva de expansão, reconquistando territórios em várias fronteiras do império ao longo de décadas. Em 1161, o sultão Kilij Arslan II concordou com um tratado de paz que favorecia Bizâncio. Os seljúcidas mantiveram o controlo sobre a Anatólia central, mas o sultão aceitou o estatuto formal de vassalo bizantino. No entanto, esta paz não duraria.

Características

A Campanha: Sean McGlynn, 'A Invasão Escocesa da Inglaterra em 1138: Uma Guerra Sem Quartel'. Ilustrado por Rumor.

Durante séculos, as relações anglo-escocesas foram marcadas por invasões do sul para o norte e vice-versa. Duas das maiores incursões escocesas ocorreram após a Idade Média: em 1651, um grande exército marchou para Worcester antes de ser derrotado pelas forças republicanas de Oliver Cromwell; e em 1745, o exército jacobita escocês chegou a Derby antes de regressar. No entanto, o período medieval testemunhou as invasões escocesas mais frequentes em Inglaterra.

O Guerreiro: Arnold Blumberg, 'Uma Nova Geração de Soldados Profissionais (1250-1475): Guerreiros Irlandeses Medievais'. Ilustrado por Marc Grunert.

Forjados no cadinho do ataque viking e, mais tarde, na invasão e conquista anglo-normanda, os irlandeses adaptaram-se à mudança no modo de guerra que os seus inimigos trouxeram para as suas costas, formando exércitos mercenários profissionais.
Na Todo Medieval, dispomos de milhares de produtos medievais e de outros períodos históricos. Descubra-os!

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